quarta-feira, 1 de outubro de 2008

Gargalhadas

Sabe aqueles e-mails bobinhos mas que acabam sendo divertidos? Vai fazendo perguntinhas e vc vai respondendo e manda para quem te mandou e para outros amigos responderem? Dependendo do dia vc entra no clima ou acha totalmente b.b.ca encaminhar este tipo de e-mail.

Pois é, recebi um e-mail desses, respondi toda certinha (o que já demonstra um pouco da minha personalidade, além das respostas em si). E comecei a receber as respostas.

Numa delas ia tudo normal; 4 lugares onde morei, 4 programas de TV, 4 apelidos, 4 comidas.... até que veio a pergunta:

4 lugares em que desejaria estar agora:

Na rua, na chuva, na fazenda ou numa casinha de sapê.

Ahahahaha.... me pegou de surpresa... chorei de rir e nem sei bem porque.

segunda-feira, 29 de setembro de 2008

Bonecas Anne Geddes


Vou falar agora de um assunto bem de menina. Estive ontem na PBKids e fiquei ALUCINADA com a linha de bonecas da Anne Geddes. Sabe aquela fotógrafa que coloca os bebês dentro dos vazinhos de flores, vestidos de bichinhos e tudo mais? São bonecas de vários tamanhos; as que eu gostei mais foram as que imitam os bebês dormindo. MUITO FOFAS!!



Saudades disso...


Praia da Barra, sol morno, areia fria, umidade no ar, maresia, água salgada...
Ao fundo a pedra da Gávea
Será que uso o meu Mastercard?

domingo, 28 de setembro de 2008

Milagre

Meu avô era japonês, de Okinawa. Veio para o Brasil com 17 anos e foi trabalhar na agricultura. Constituiu uma numerosa família e morava no interior do Mato Grosso do Sul, onde cultivava sua própria lavoura. Conta a minha mãe que ele tinha muito talento com as plantas. Fazia enxertos, cultivava frutas e legumes premiados nas feiras locais.

Mais tarde, mudou-se para a cidade e passou a ser motorista de táxi. A casa da cidade tinha um jardim muito florido na frente, coberto de grama japonesa. Esse tipo de grama vai crescendo bastante e formando "tufos" e caindo como se fossem franjas. Lembro-me de que quando pequena, adorava rolar nessa grama "fofinha".

Acho que vocês devem estar pensando que vou dizer que herdei este jeito com plantas do meu avô. Infelizmente é o contrário. Não só não herdei como tenho até um certo pânico. Nunca sei a quantidade de água que deve ser colocada, se deve pegar sol ou não; são muitas variáveis e muita sensibilidade, que infelizmente eu não tenho. Não nessa área.

Deve fazer mais ou menos 1 ano e meio que ganhamos esta orquídea de presente. Ela tinha um único cacho de flores brancas pendentes. Um dia ela tombou e lá se foram as flores. Coloquei a planta num canto da varanda e esqueci dela. Faz uma semana e meia mais ou menos que notei nela, para meu espanto, um galho cheinho de brotos. Aguardei ansiosa para que eles abrissem. E este foi o resultado, restando ainda alguns por abrir...

Digam-me se isto não foi realmente um milagre?


quinta-feira, 25 de setembro de 2008

Rivalidades

Tem certas coisas que são muito naturais. A gente faz e nem sabe muito bem porquê. Como ser Fluminense e odiar o Flamengo, por exemplo.

Na minha infância, essa coisa de time era bem distribuída. Eu tinha melhores amigas que torciam pelo Flamengo, pelo Vasco e pelo América. Mas devo dizer que a pressão foi grande. Eu quase virei a casaca uma vez porque admito que havia um certo glamour. Parecia que os colegas mais bonitos, mais populares e descolados torciam pelo Flamengo. Outra coisa precisa ser entendida também: eu vivi a época do Zico. Futebol é muito marketing e ninguém gosta de perder. Sendo assim, natural que a torcida na época tivesse muita força e prestígio.

Para ser sincera, eu torcia pelo Fluminense porque era "obrigatório" ter um time. Acompanhar os jogos, campeonatos, nunca foi do meu estilo. Escolhi o Fluminense ainda bem novinha pelas cores, olhava o escudo, a camisa e achava lindo. E bem naquela época, quando os jogos ainda eram em preto e branco, tinha o Rivelino também.

Durante a minha adolescência, vivendo quase em frente ao Maracanã, os horários das minhas saídas de sábado e domingo eram ditados pelos jogos. Em dia de Fla x Flu, melhor nem sair de casa. E para meu desespero, o chefe da Torcida Jovem do Flamengo morava no meu prédio. Portanto, várias vezes tive que passar pela concentração, tentando disfarçar o ódio mortal.

Hoje em dia, ainda tenho antipatia pelo Flamengo. A gente não consegue abandonar hábitos de anos assim da noite para o dia. Meu filho é são paulino doente e por causa dele, acabo até acompanhando mais os jogos, muito mais do que na minha infância ou adolescência. Desde pequeno que ele acompanha as tabelas dos campeonatos, faz conta para ver os jogos que têm que ser ganhos ou empatados para o time dele subir.

Sendo assim, futebol é um assunto muito comum entre nós. E há bem pouco tempo, num dia em que o "Tricolor Paulista" ia jogar, ele estava todo animado cantando o hino do time (esqueci de dizer! Ele torce pelo Flamengo no Rio por influências do pai) e se vira para mim e pergunta: "Mãe! Você sabe cantar o hino do Fluminense?". Muito envergonhada, eu percebi que não conseguia sair do "Sou tricolor de coração" e algumas outras frases desconexas como "esse time tantas vezes campeão". Tentando me desculpar, falo para ele: "Mas eu sei cantar o do Flamengo, quer ver?". E cantei o hino do Flamengo inteirinho! E ele, muito divertido, vira para mim e diz: "Mãe! Que espécie de torcedora do Fluminense é você?"

E naturalmente o episódio vai virar piada para sempre....

quarta-feira, 24 de setembro de 2008

Citations

Acho que foi o frio.... acordei hoje, nessa manhã de "primavera"... e estava mais frio ainda do que no auge do inverno...

Caminhei pela rua cinzenta, garoa fina, casaco de couro e cachecol...

Pensei: "Faz tempo que não leio nada em francês"... Pode dizer o que for, mas francês é muito chique. Tudo na frança é chique. Paisagens, comida, artes... Pode-se dizer qualquer bobagem em francês que passa a ser chique também... rs

E nesta onda de inspiração, encontrei este site muito legal, com milhares de citações e resenhas de livros. Um show:

http://www.evene.fr/

Aproveito para roubar uma citação:

"Rien ne fait mieux écrire que d'écrire sur ce qu'on aime"
Paul Léautaud

(Nada faz escrever melhor do que escrever sobre aquilo que gostamos)

terça-feira, 23 de setembro de 2008

Onde essas crianças vão parar?

Olha, antes que me critiquem.... sou uma mãe super consciente. Meus filhos não vêem novela e nem filmes com conteúdo impróprio. Evito palavrões, valorizo atividades artísticas, leitura, música, etc. Mas devo dizer que a gente cria os filhos para o mundo. Não adianta ser intelectualizado e viver isolado, sem gostos comuns, momentos de descontração, sem conseguir rir da piada do grupo. Então é por isso que ao mesmo tempo em que levo meus filhos para um show do "Palavra Cantada", também permito que eles vejam Disney Channel, High School Musical e coisas do tipo.

Ontem, parei do lado da minha filha de 5 anos para assistir um trecho de HSM II. E ela me explicou: "Mamãe, ela (Gabriela) voltou. Ela foi embora porque ele (Troy) estava mudando".

A gente pensa que eles estão ligados só na música e na coreografia mas vejam só!!!!

segunda-feira, 22 de setembro de 2008

Scrapbooking again

Eu andei super parada... mas neste final de semana bateu uma inspiração e eu consegui terminar o 2o. quadro do Bernardo que ficou parado mais de 1 mês... faltava tão pouco para terminar.... a mamãe do Bernardo não vai gostar muito de eu estar postando em primeira mão no blog, antes de ela ver....


Já deu para perceber que eu sou razoável no Scrapbook mas péssima fotógrafa... isto está no meu "to-do list"... aulas de fotografia...

Não sei se eu já tinha comentado anteriormente, mas o detalhe desses quadros é que eu fotografei a decoração do quarto e reproduzi os mesmos desenhos nos quadrinhos...

Segue o link do quadro anterior. Acho que combinou bem!!

http://dreamlilly.blogspot.com/2008/08/bernardo-est-chegando.html

Tem um outro bebê que nasceu na semana passada. Acho que terei que fazer mais um quadro....