Hoje eu resolvi pagar minhas dívidas. Estou respondendo a um meme que a Beth do Noites em Claro me enviou há praticamente um mês atrás!
Bom, vamos às respostas:
Trabalhos que tive em minha vida
1. Bailarina (pode não ser de verdade? quando criança eu sonhava com isso todo dia).
2. Dentista (quando me dei conta de que vivia num mundo capitalista, o sonho mudou. Mas foi rápido).
3. Professora de inglês (esse foi por pouco tempo mas é de verdade!)
4. Analista de Sistemas
Lugares em que vivi
1. Rio de Janeiro
2. São Paulo
3. Canadá (durante um mês. Pode, né? Amei, queria ficar lá.)
4. São Paulo
Programas de TV que assistia quando criança (isso tudo criança, bem criancinha mesmo...)
1. Flintstones
2. Ultraman (ah, Pat, e você pensando que eu não curtia super-heróis, né? Na essência sim...)
3. Poderosa Isís
4. Mulher Maravilha (eu rodava igualzinho a ela. Pelo menos achava que sim.)
Programas que assisto
1. Glee
2. The Big Bang Theory
3. Two and a Half Man
4. Cold Case
Quatro lugares em que estive e voltaria
1. New York (de preferência uma vez por mês...)
2. Paris (a cada 6 meses)
3. Alemanha (queria ter ido a Berlin mas não consegui)
4. Canadá
Formas diferentes que me chamam
1. Lili
2. Li
3. Lilly
4. Lilis
(Criativo, né? Como fazer variações de 1 sílaba).
Quatro comidas favoritas
Gente, eu como de tudo! Mas nas preferências sou muito básica.
1. Queijo (de vários tipos... Brie, Edam, Feta, Chèvre, Minas, Prato, Muzzarela, e por aí vai...)
2. Lasanha!
3. Pizza!
4. Salada variada, com muitos verdes
Quatro lugares em que desejaria estar agora
1. Stars Hollow (cidadezinha onde se passa o Gilmore Girls... mas tinha que ser assim, no seriado,
se é que vocês me entendem)
2. McKinley High (só para fazer parte do Glee Club. De preferência sem refrigerante na cara...)
3. NY (fazendo umas comprinhas de Natal. Fútil!!!)
4. Dentro de uma cabeça tranquila. Sim, esse é o melhor lugar. É o que torna todos os lugares bons.
Espero que esse ano eu possa
1. Me firmar na minha nova carreira
2. Estudar muito
3. Publicar um livro
4. Conciliar isso tudo com uma boa dedicação aos filhos, praticando a filosofia "Slow".
Puxa, faz tanto tempo que todos já responderam, né? Então vou me arriscar e indicar pessoas que vou "pescar":
1. Amélie
2. B
3. Valéria Artes
4. Labelle
quinta-feira, 18 de novembro de 2010
Selinho, que bom!!
Recebi já há alguns dias um selinho do Kilson, do Visão Estereoscópica. O legal é que apesar de que eu não esteja me dedicando tanto ao blog ultimamente, ainda assim eu fui premiada.
Muito obrigada, Kilson!
Olha como o selo é bacana:
Bom, e vamos às regras:
1. Exibir a imagem do selo no blog (como pode ser vista acima);
2. Revelar o link do blog que atribuiu o prêmio (ok!);
3. Escolher blogueiros para premiar e
4. Avisar os escolhidos.
Com certeza meus amigos blogueiros já foram premiados, mesmo assim vou indicar:
1. Beth do Noites em Claro
2. Albuq do Relacionamentos, Vida e Cotidiano
3. Pat Ferret do Fuça de Ferret
4. Val do Com Toda a Minha Alma
5. Tania do Elos e Nós
O selinho, além do reconhecimento, que é uma sensação ótima, traz a oportunidade da gente se reciclar, principalmente quem anda um pouco afastado como eu; de pensar em novos posts e ler o que perdeu.
É isso gente, vamos participar!
Muito obrigada, Kilson!
Olha como o selo é bacana:
Bom, e vamos às regras:
1. Exibir a imagem do selo no blog (como pode ser vista acima);
2. Revelar o link do blog que atribuiu o prêmio (ok!);
3. Escolher blogueiros para premiar e
4. Avisar os escolhidos.
Com certeza meus amigos blogueiros já foram premiados, mesmo assim vou indicar:
1. Beth do Noites em Claro
2. Albuq do Relacionamentos, Vida e Cotidiano
3. Pat Ferret do Fuça de Ferret
4. Val do Com Toda a Minha Alma
5. Tania do Elos e Nós
O selinho, além do reconhecimento, que é uma sensação ótima, traz a oportunidade da gente se reciclar, principalmente quem anda um pouco afastado como eu; de pensar em novos posts e ler o que perdeu.
É isso gente, vamos participar!
terça-feira, 16 de novembro de 2010
Seria a realidade real?
Estava assistindo um desenho em 3D neste final de semana e num certo ponto, onde os personagens parecem flutuar no meio da galáxia, eu fui acometida por um sentimento de confusão entre o real e o imaginário. Eu me dei conta, em milésimos de segundos, que a cada dia que passa, o homem torna real dezenas de ideias, situações antes somente imaginadas. Já não foi dito que grande parte das invenções se baseia naquilo que foi escrito em romances ou contos de ficção científica? Não consigo detalhar a minha estupefação, descrever com as palavras certas, mas naquele momento fiquei me indagando sobre a realidade deste mundo: como pode ser real um mundo em que a maioria das coisas que nos cerca é inventada? Somos nós frutos de nossa própria imaginação e vontade?
A Caixa
Eu vi alguns filmes neste final de semana. Fazia tempo que eu queria assistir "Um Olhar do Paraíso"("The Lovely Bones"). Devo dizer que não decepcionou mas também não entusiasmou. Fiquei com aquela impressão de que muita coisa ficou sem explicação e de que o livro poderia ter sido uma melhor escolha. Bom, eu sempre tive a política de não assistir um filme antes de ler o livro mas esse tem sido um hábito difícil de manter dada a velocidade dos lançamentos atualmente.
A melhor situação é quando a gente vê um filme sem expectativas e acaba se surpreendendo com ele. E isso aconteceu com o thriller "A Caixa". Aluguei-o esperando um filme daqueles nervosos onde pessoas correm e carros explodem e a gente quase nem consegue acompanhar com os olhos o que vai acontecendo. Para minha agradável surpresa, apesar de colorido, o filme que se ambienta na década de 70 tem um ritmo meio hitchcockiano e que me lembrou, apesar de eu não ter sido fã assídua, os episódios do memorável "Twilight Zone". Colorido bonito, diga-se de passagem, design gráfico impecável e um bom suspense permeado por trilha sonora envolvente. Valeu a pena.
quarta-feira, 10 de novembro de 2010
quinta-feira, 21 de outubro de 2010
O medo e o caminho
Eu já tive muito medo. Medo de muita coisa, em geral.
Me peguei hoje analisando que medos, ainda os tenho, porém muito menos. E que o que me fez ter menos medo foi a experiência. Parece óbvio, né? Nem tanto assim. Muita gente vive uma vida inteira com medo.
Me ocorreu nessa reflexão que de uma forma bem simplista, essa superação é como a dos caminhos desconhecidos. Sem metáforas nesse momento: caminhos de verdade. Como quando a gente pega um ônibus ou vai dirigindo por uma estrada, e por dentro aquele desconforto, sem saber o que vem pela frente. Ao final da jornada, chegando seguro ao destino, a gente se dá conta de que o desconforto foi embora. E ao atravessar novamente a mesma estrada, o medo pode vir bem de fininho ou nem vir mais. Por que a gente já sabe onde ela vai dar. E conhecida a estrada, se a viagem é agradável, a gente se sente motivado a ir por outras, a desbravar mais caminhos.
Importante é lembrar que os caminhos, se de nossa escolha, não precisam ser extenuantes. Violência pessoal causa trauma e não vitória. Percorrer os caminhos, do tamanho da nossa perna, onde a nossa coragem alcançar. E não desistir de percorrê-los. É assim que se vence o medo.
Me peguei hoje analisando que medos, ainda os tenho, porém muito menos. E que o que me fez ter menos medo foi a experiência. Parece óbvio, né? Nem tanto assim. Muita gente vive uma vida inteira com medo.
Me ocorreu nessa reflexão que de uma forma bem simplista, essa superação é como a dos caminhos desconhecidos. Sem metáforas nesse momento: caminhos de verdade. Como quando a gente pega um ônibus ou vai dirigindo por uma estrada, e por dentro aquele desconforto, sem saber o que vem pela frente. Ao final da jornada, chegando seguro ao destino, a gente se dá conta de que o desconforto foi embora. E ao atravessar novamente a mesma estrada, o medo pode vir bem de fininho ou nem vir mais. Por que a gente já sabe onde ela vai dar. E conhecida a estrada, se a viagem é agradável, a gente se sente motivado a ir por outras, a desbravar mais caminhos.
Importante é lembrar que os caminhos, se de nossa escolha, não precisam ser extenuantes. Violência pessoal causa trauma e não vitória. Percorrer os caminhos, do tamanho da nossa perna, onde a nossa coragem alcançar. E não desistir de percorrê-los. É assim que se vence o medo.
quarta-feira, 20 de outubro de 2010
Personagem
Quando escrevo, sou quem eu quero ser.
Sinto o que quero sentir.
Invento, reinvento.
Quando escrevo, pinto o mundo de cor-de-rosa.
Ou de azul.
Ou coloco o preto no branco, se preferir.
Quando escrevo, recordo e repito.
Ou modifico.
Cabe a mim decidir.
Quando escrevo, penso antes de escrever.
E se me arrependo, apago.
O meu erro, eu reparo.
Quando escrevo, aquieto a minha mente.
Vazo para o papel o que a cabeça transborda.
E melhoro.
Quando escrevo, chorando, falo sobre o sorriso.
Sonho com um futuro melhor.
Reciclo o passado, surpreendo.
Quando escrevo, sou eu mesma e ao mesmo tempo não sou.
Opino, enlouqueço, aborreço.
E assim vou.
Sinto o que quero sentir.
Invento, reinvento.
Quando escrevo, pinto o mundo de cor-de-rosa.
Ou de azul.
Ou coloco o preto no branco, se preferir.
Quando escrevo, recordo e repito.
Ou modifico.
Cabe a mim decidir.
Quando escrevo, penso antes de escrever.
E se me arrependo, apago.
O meu erro, eu reparo.
Quando escrevo, aquieto a minha mente.
Vazo para o papel o que a cabeça transborda.
E melhoro.
Quando escrevo, chorando, falo sobre o sorriso.
Sonho com um futuro melhor.
Reciclo o passado, surpreendo.
Quando escrevo, sou eu mesma e ao mesmo tempo não sou.
Opino, enlouqueço, aborreço.
E assim vou.
segunda-feira, 18 de outubro de 2010
Nova paixão - Glee
Faz tempo que eu declaro aqui o meu amor por seriados. Estou particularmente satisfeita com os episódios da 4a. temporada de The Big Bang Theory. Vale a pena conferir o 2o. episódio: LOL.
Uma grande amiga minha, fã de Gilmore Girls e com a qual eu converso da mesma forma neurótica e difusa, me alertou há algum tempo sobre Glee. A dica veio num momento não muito colorido de minha vida, no qual eu estava sofrendo uma pequena depressão, fruto do mal funcionamento da minha tireóide. Problema detectado, consegui, apesar das dolorosas (de verdade) provas que a vida nos coloca, me abrir para a possibilidade de um novo seriado e devo dizer que não decepcionou.
Glee é divertido, sarcástico, obsessivo e perfeccionista. Cores perfeitas, tomadas perfeitas e artísticas, números musicais perfeitos. O mundo de "cheer leaders e misfits" é permeado por piadinhas referenciando temas polêmicos como o "american dream", a diversidade cultural, a competitividade exacerbada, o deficiente sistema de saúde americano, a corrida para o ingresso na universidade, o preconceito, republicanos e democratas, guerra do Iraque e do Golfo, crise financeira... bom, são tantos temas polêmicos mesmo que pincelados sutilmente, que vou parando por aqui.
Comecei a assistir e foram 7 episódios de uma vez só. Os números musicais são fascinantes e revisitam muitos temas dos anos 80. Vale a pena conferir, mesmo que a Rachel, a moreninha que deve se tornar a queridinha do seriado, grite um pouco demais às vezes. O Terra tem disponibilizado 4 episódios por semana, para quem tiver muita curiosidade, no canal Glee.
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